domingo, 29 de maio de 2011

Alto aqui do telhado
Vejo a cidade
O meu futuro, o meu passado.
Poderia aproveitar minha mocidade
Mas não vejo proveito
No teu desrespeito
São só pequenas coisas
Inexplicáveis
Parede e reboco
Insanidade e louco
A filosofia do sufoco
Não!
Não gosto do teu oco
Quero preencher-te
Escorrer por entre suas veias
Deslizar mansamente por teu corpo
E transformar-nos em abelhas
Seguros na nossa colméia do amor
E já és tão doce como mel
Só nos falta o preto
O amarelo
O perto
O elo
O alelo

                      R e c e s s i v o
                      S u c e s s i v o

                      D o m i n a n t e
                      D e s c o n c e r t a n t e

sábado, 28 de maio de 2011

Vai dar certo. Tem que dar certo. Sim, nossos erros vão dar certo. Mas é claro, se você quiser, ceder ao teu machismo e descongelar esses sentimentos. Porque não me fala o que sente? É porque não sente? Por favor, não me diga isso.

terça-feira, 24 de maio de 2011

"[...] Não tenha medo.
Nem tudo tem explicação
Há mistério em quase tudo, nem todo veludo é azul
O coração sempre arrasa a razão
O que é preciso, ninguém precisa explicar
O mundo é muito grande pra quem anda de avião
Pra quem anda sem destino ele cabe na palma da mão
O coração sempre arrasa a razão
O que não tem explicação, ninguém precisa explicar
O sol ainda se levanta no meio de tanta confusão,
No meio da madrugada ele ilumina o Japão...
O coração nunca cansa da canção
O que tá escrito na canção
Ninguém precisa aceitar"

domingo, 22 de maio de 2011

"E se o Bluetooth transmitisse o amor, já que seus olhares não fazem mais isso?"
"E se a maioria se apegasse um pouco menos ao espelho e mais a raiz? Pra ser feliz."
E daí, de repente, tu ouve uma coisa, e tudo faz sentido. Ah, e quer realmente saber? Que se foda! Em alto e bom som: que se foda! Deixa que o tempo cuida disso. 
Mas e aí, o que você quis dizer com aquelas famosas três palavras? Acho que as pessoas deveriam definir o significado pessoal das palavras antes de dizê-las. Sei lá, só ajudaria bastante a compreender. Odeio essa relatividade.

sábado, 21 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Apelidei aquela estrela que vejo todas as manhas com o teu nome. O que não sabes é que antes ela já tivera outras nomenclaturas. E o que eu, infelizmente ou felizmente, sei é que essa não será a última mudança de nome. E nem a última vez em que sentirei dor ao lembrar do que aquela pequenina coisa brilhante já significou.