Já escrevi milhões de versos incompletos. Desenhei teus olhos em todo canto do papel. Por fim decidi rabiscar, destroçar e mutilar tudo, porque todas as tentativas de descrever meu sentimento são falhas. E como eu já te disse moço, isso não é problema não. As palavras podem não encaixar, mas você tá encaixadinho aqui ó, no mais profundo do meu coração.
E se eu ficar bobinha demais, me ama. Se eu ficar chorona demais, me ama. Se eu ficar distante demais, me ama. Se eu viajo pelas fossas da vida é porque eu preciso aprender, e se eu volto sempre pro teu leito é porque eu te amo.
Faz tudo do seu jeitinho. Me conta uma história sobre você. E depois sorri. Sorri feito criança quando ganha brinquedo novo. Porque é isso que me deixa mais perdidamente apaixonada por você, menino. Eu não te amo porque cê é lindo, tem os cachinhos mais encantadores do mundo inteiro, é um musicista mais do que completo e é inteligente, não. Isso é só detalhe e sorte minha. Eu te amo pela cor que seus olhos adquirem quando postos contra o sol. Te amo pelo jeito desajeitado e completamente fofo que você vive brigando com seus cachinhos. Te amo pela sensação de paz que me dá quando ouço alguma música que me lembre você. Te amo pela sua voz mansinha que acaricia meus ouvidos. Se pudesse dormiria todo dia com você me contando algum segredo, bem baixinho ao pé da orelha. Te amo porque não existe som melhor do que o do teu riso. Te amo porque você me fez acreditar de novo. Em tudo. Me fez acreditar que o sorriso é remédio pra tudo. Que não existe nada que una mais duas pessoas do que a lua. Que a gente sempre pode tentar de novo. E de novo. E se não der certo, a gente inventa. Porque o importante não são só os acertos, o importante é saber viver com os erros e também amá-los. O importante é ter um ao outro sempre, em qualquer circunstância.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Era nosso dia, e você não veio. Era nossa hora, e você se atrasou. Eram nossas promessas, e você as quebrou. Era por inteiro sua, mas você me dissecou. Era a nossa Lua, e você a apagou. Era o nosso amor, e... agora, o que é?
Eram as minhas dúvidas, e você sorriu. Eram as minhas lágrimas, e você as secou. Era o meu ódio, e você o cessou.
Talvez você seja mais eu do que nós. Meu "eu-gocêntrico" preferido.
Eram as minhas dúvidas, e você sorriu. Eram as minhas lágrimas, e você as secou. Era o meu ódio, e você o cessou.
Talvez você seja mais eu do que nós. Meu "eu-gocêntrico" preferido.
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